Seu portal de Notícias, Festas e Eventos.

Ex-prefeito, professor é demitido por ver pornografia em sala de aula

O professor de matemática João Ricardo Fascinelli, que também é ex-prefeito de Motuca, também é acusado de ter conduta sexual com alunas.

O professor de matemática João Ricardo Fascinelli, que também é ex-prefeito da cidade de Motuca, no interior de São Paulo, foi demitido pela administração municipal após ser acusado de cometer uma série de crimes de cunho sexual em sala de aula. A informação foi confirmada no Diário Oficial de Motuca desta quarta-feira (6/5).

 

A demissão de Fascinelli ocorre pouco mais de um ano depois de um processo administrativo disciplinar ter sido instaurado contra ele, também relacionado às condutas consideradas “gravíssimas”.

 

Segundo o texto que embasou a instauração do processo, divulgado em abril de 2025, as infrações do professor ocorreram em sala de aula envolvendo alunos do 7º ano de uma escola municipal.

 

As acusações contra o professor

  • Uso de celular para assistir vídeos pornográficos “dentro da sala de aula, na presença dos menores, enquanto os alunos realizavam as atividades”;
  • Importunação sexual contra alunas de 12 e 13 anos, com “olhar de desejo, malícia, olhando principalmente os seios e nádegas quando as alunas vão até sua mesa para correção de exercícios”;
  • Constrangimento aos alunos, decorrente das ações do docente.

 

No texto desta quarta-feira, sobre a demissão, são mencionados artigos do Código Penal sobre importunação sexual e olhares inadequados, desídia, incontinência de conduta e prevaricação.

 

Com a demissão, Fascinelli fica impedido de ocupar cargos públicos por cinco anos. O caso também foi encaminhado ao Ministério Público de São Paulo (MPSP).

Fonte: Metrópoles

Postagem: 7 Mai. 2026

Coxinhas Dona Nita

Outras notícias

Homem é preso após fazer reféns em ônibus que levava pacientes para hospital em Ribeirão Preto

Suspeito invadiu veículo da Prefeitura de Santa Rita do Passa Quatro, obrigou motorista a seguir viagem e se rendeu após negociação com a PM.

24 Jun. 2026

Plataforma de delivery deve retificar nome de mulher trans e indenizá-la

De acordo com os autos, a autora tentou se cadastrar, com seu nome social, como entregadora parceira na plataforma, mas a requerida manteve a exibição pública de seu nome de registro civil para estabelecimentos e clientes.

24 Jun. 2026

Destaque1000.com.br

Todos os direitos reservados. 2005 / 2026
Desenvolvido por artistadaweb AW