Lei libera o uso do celular em escolas
Projeto foi encaminhado à Assembleia Legislativa após pedido do secretário José Renato Nalini; internet será utilizada em sala de aula.
A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, nesta terça-feira (10), o projeto de lei que permite o uso de celulares em escolas estaduais. A proposta foi encaminhada pelo governador Geraldo Alckmin, em 2016, após pedido feito pelo secretário da Educação, José Renato Nalini. Com as mudanças, crianças e jovens do Ensino Fundamental e Médio poderão utilizar aparelhos em sala de aula em atividades pedagógicas e orientadas por educadores.
Agora, o projeto de lei segue para sanção do governador. "O ensino prelecional está sendo questionado em todos os ambientes. Se quisermos manter o aluno interessado em aprender, temos de usar a linguagem dele. A linguagem de seu tempo", afirma Nalini.
Wi-fi e banda larga na rede estadual
Até outubro de 2018, todas as 5 mil escolas estaduais serão equipadas com sistema wi-fi e banda larga. A novidade faz parte do novo plano tecnológico anunciado pelo governo de São Paulo e que irá modernizar a rede. A instalação da internet sem fio terá início nas salas dos professores e de informática. As unidades que participam do Escola da Família também poderão utilizar a conexão aos fins de semana, em áreas indicadas por cada equipe gestora.
O sinal também estará mais rápido. Dois links vão abastecer as escolas: Intragov (do governo estadual e já existente) e Telefônica. O reforço garante a conexão permanente e a possibilidade de distribuir o sinal entre atividades pedagógicas e administrativas. Além disso, a velocidade será ampliada. Importante: o monitoramento e filtro de conteúdo acessado pelos estudantes será mantido.
(Foto: Imagem ilustrativa internet)
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
Outras notícias
Homem é preso após fazer reféns em ônibus que levava pacientes para hospital em Ribeirão Preto
Suspeito invadiu veículo da Prefeitura de Santa Rita do Passa Quatro, obrigou motorista a seguir viagem e se rendeu após negociação com a PM.
24 Jun. 2026
Plataforma de delivery deve retificar nome de mulher trans e indenizá-la
De acordo com os autos, a autora tentou se cadastrar, com seu nome social, como entregadora parceira na plataforma, mas a requerida manteve a exibição pública de seu nome de registro civil para estabelecimentos e clientes.
24 Jun. 2026
